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Projeto de reestruturação da rede de ônibus deve diminuir
linhas em circulação e tempo de viagem do cidadão
 
Foto: AGZN
Em toda a cidade, 336 linhas devem passar por alteração de itinerário
ou junção a outras linhas de mesmo trajeto



Com poucas informações esclarecedoras sobre o assunto, muitos passageiros de ônibus se assustaram com a possibilidade de ter a sua linha de ônibus cancelada. Até o dia 28 de fevereiro, 92% das perguntas enviadas à ouvidoria da Prefeitura de São Paulo foram referentes à proposta de al­teração da rede de ônibus atual, que deve modificar 25% da frota em circulação, com a criação de novas linhas, unificação de linhas de mesmo trajeto e a redução no número de veículos.

A nova proposta para a rede de linhas de ônibus municipal ainda nem saiu do projeto, mas já está trazendo confusão para muitos dos cidadãos que utilizam esse transporte público diariamente. Foram dois meses de consulta pública aberta a sugestões e críticas ao projeto que agora será revisado para a abertura do edital, que irá definir as empresas responsáveis em operar o sistema.

Nesta proposta, encontrada no site da SPTrans (www.sptrans.com.br), o município pro­põe a alteração de 25% das linhas de ônibus que atualmente circulam pela cidade. Em números, 1.337 linhas que atendem 4.600 km de São Paulo e com a proposta 1.001 linhas serão mantidas, 336 serão alteradas e 5.100 km devem receber o serviço de transporte municipal.

Apesar do susto que muitos passageiros tomaram com a notícia sobre o cancelamento de algumas linhas a mudança não deve acontecer imediatamente. Apenas passado seis meses da contratação das novas empresas operadoras é que o projeto será implantado, podendo levar até três anos para a sua conclusão.

Segundo consta no site da SPTrans, a reestruturação foi proposta afim de aumentar a cobertura da rede e transportar mais passageiros em viagens mais curtas, utilizando de um novo sistema de distribuição que seria: ônibus menores circulando dentro dos bairros, ônibus médios ligando bairros aos corredores e ônibus grandes (alguns articulados) andando nos corredores.

Com a redução de 13.603 para 12.667 carros em circulação pela cidade parece estranho o objetivo de aumentar a área do serviço na cidade. Apesar da diminuição no número de veículos, a proposta visa ampliar a oferta média de lugares nos carros em 10%, passando de 1,03 milhão para 1,11 milhão.

O objetivo é diminuir em 5% o tempo de viagem dos passageiros, que deve enfrentar menos trânsito ao circular em ônibus de trajetos mais curtos. Mesmo com modificação o número de baldeações não deve ter um grande aumento, segundo estimativa da SPTrans e Secretaria Municipal de Mobilidade e Trans­portes o número de integrações deve aumentar em 4%.

Alterações na Zona Norte

Na área Norte, que abrange os bairros Casa Verde, Jaçanã, Mandaqui, Santana, Tremembé, Tucuruvi, Vila Gui­lherme, Vila Maria e Vila Me­deiros, operam 161 linhas e 42 delas devem passar por mu­danças. Já na área Noroeste, que inclui Brasilândia, Vila Nova Cachoeirinha, Fre­guesia do Ó, Limão, entre outros, circulam 158 linhas e 52 devem ser al­teradas.

Na proposta está incluída a alteração dos itinerários das linhas já existentes e a unificação de linhas de mesmo trajeto. Na planilha disponível para acesso no site da SPTrans é possível ver quais linhas atuais serão modificadas e as propostas de deslocamento feitas para suprir o trajeto da linha alterada.

Após constatar, em 28 de fevereiro, que 92% dos questiona­mentos públicos feitos à Pre­fei­tura eram referentes à rede de transporte público municipal, o órgão divulgou as tabelas com informações das no­vas li­nhas que devem ser implan­tadas e das demais mo­difica­das.
Antes de entrarem em vigor as alterações devem ser informadas aos munícipes com, no mínimo, 15 dias de antecedência. Os canais de informação da SPTrans que divulgam as notícias sobre linhas e trajetos dos ônibus são o site (www.sptrans.com.br) e os informativos distribuídos e instalados nos veículos.

 
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