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Brasilândia segue sem perspectiva do Metrô; Hospital Municipal previsto para 2019
 
Foto: SECOM
Hospital da Brasilândia tem 33% das obras concluídas



As obras do Hospital da Brasilândia, iniciadas em 2015, têm agora precisão de término para o segundo semestre de 2019. Situado numa das áreas mais populosas da Zona Norte, mais de 280 mil habitantes, o hospital é uma demanda local de mais de 20 anos. Suas obras foram paralisadas por falta de recursos no final de 2016 e retomadas em agosto do ano passado.

De acordo com a Prefeitura, atualmente 33% das obras estão concluídas. Localizado num terreno de 17.497,62 m², o hospital terá 41 mil m² de área construída, com sete andares e dois subsolos. O projeto inclui 305 leitos operacionais - sendo 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, dez de UTI pediátrica e dez de UTI neonatal, além de 91 leitos complementares (de recuperação, indução anestésica e pré-parto). O hospital da Brasilândia beneficiará não só a população local, mas toda a Zona Norte ao complementar o sistema de saúde pública com um hospital geral. O valor total do investimento, de acordo com os dados da Prefeitura, é de R$ 234.285.884,23. Sua capacidade de atendimento é estimada em 25.900 pacientes entre atendimento de pronto socorro, consultas ambulatoriais, cirurgias e exames.

Foto: AGZN
Terreno destinado à estação de Metrô na Brasilândia


Outra obra fundamental para a Brasilândia, mas ainda sem previsão de retomada é a Linha 6-Laranja do Metrô, que ligará a região ao centro de São Paulo. Projetada para ter 15 estações em 15,3 km de extensão no trajeto entre Brasilândia e estação São Joaquim do Metrô, essa linha deve transportar mais de 630 mil pessoas por dia e fará integração com as linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô, além da 7-Rubi e a 8-Diamante da CPTM.

As obras começaram em janeiro de 2015, mas foram interrompidas em setembro do ano passado pelo consórcio Move São Paulo por falta de recursos devido a envolvimento de empresas participantes nas investigações da Operação Lava Jato. Em outubro de 2016, o governo estadual informou ter recebido por parte da concessionária a formalização da proposta de um grupo de empresas asiáticas para a aquisição de 100% da Linha 6-Laranja. As negociações não tiveram êxito e em março deste ano, a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM) deu início ao processo de decretação de caducidade ao contrato de concessão da Linha 6-Laranja. Caso seja decretada a caducidade, o Governo do Estado deverá assumir a conservação, manutenção, segurança e gestão da infraestrutura, já implementada nos canteiros de obras. Segundo a STM, corre em paralelo uma avaliação do empreendimento para definir o modelo mais adequado de retomada das obras, mas ainda sem prazo definido. Ainda assim, estima-se a inauguração dessa linha para 2021. 
 
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