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Campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids completa 30 anos
 
Foto: Divulgação
Dezembro é o mês de conscientização sobre a AIDS

Nos últimos quatro anos os casos de HIV foram reduzidos em 16%, o tratamento na rede pública de saúde foi responsável por essa redução. Além disso, em 2017, o País registrou a maior queda da mortalidade após a introdução do coquetel, em 1995. Os números constam no novo Boletim Epidemiológico apresentado pelo Ministério da Saúde, na última terça-feira (27) de novembro, durante cerimônia da campanha que celebra 30 anos do Dia Mundial de Luta contra a Aids.

Durante o lançamento da campanha, o secretário de vigilância em saúde do ministério, Osnei Okumoto, anunciou que o Sistema Único de Saúde (SUS) vai oferecer, a partir de 2019, o autoteste para detecção do vírus HIV. Em um primeiro momento, serão disponibilizados 400 mil autotestes nas unidades de saúde que já oferecem teste rápido. O Ministério da Saúde realizou projeto-piloto de distribuição em algumas cidades. Atualmente, apenas a rede privada de saúde disponibiliza autotestes.

Resultado positivo

De 1980 a junho de 2018, foram identificados 926.742 casos de Aids no Brasil, um registro anual de 40 mil novos casos. Em 2012, a taxa de detecção da doença era de 21,7 casos por cada 100 mil habitantes e, em 2017, foram 18,3, queda de 15,7%. Em quatro anos também houve queda de 16,5% na taxa de mortalidade pela doença, passando de 5,7 por 100 mil habitantes em 2014 para 4,8 óbitos em 2017.

Bebês recém-nascidos, que podem ser infectados por mães portadoras do HIV, também estão mais protegidos. Nos últimos sete anos, houve uma redução de 56% nos casos de contaminação das crianças expostas. O aumento da testagem na Rede Cegonha contribuiu para a conquista.

Foto: Divulgação
Caminhada em 2017

Neste domingo (2) de dezembro, das 14 às 16h30, concentração na Praça da República, onde acontece em São Paulo, a 2ª Edição da Caminhada da AIDS, que tem como tema “Lute pela Vida, Lute contra a AIDS”. A iniciativa integra o calendário oficial de eventos do município e é uma parceria entre as Secretarias Municipais de Direitos Humanos e Cidadania e Saúde, como parte da programação do Dezembro Vermelho. Mês de conscientização dos direitos das pessoas que vivem com o HIV, e também do Festival de Direitos Humanos, promovido durante o mesmo período pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania.

A Caminhada da AIDS deste ano é resultado de encontros entre o movimento LGBT e o movimento HIV/AIDS, que apontaram para a necessidade de se unirem a fim de fortalecer as políticas públicas de saúde.

O evento tem como objetivo dar visibilidade para a luta das pessoas com HIV pelo direito ao tratamento. Por meio de sensibilizações e intervenções artísticas, a caminhada mostrará as formas de prevenção ao HIV/AIDS, tratamento e qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV.

No dia 5 de junho de 2018, a Prefeitura de São Paulo ratificou o seu compromisso com a Declaração de Paris, assinada pelo município em 2015. O prefeito Bruno Covas renovou a parceria com a UNAIDS-Brasil e o compromisso com as metas 90-90-90, que prevê a continuidade dos esforços do município dentro da estratégia da Aceleração das Respostas nas Cidades (Fast Track Cities), rumo ao fim da epidemia da AIDS até 2030.

“Essa é uma iniciativa relevante para reforçar a importância da prevenção às doenças sexualmente transmissíveis, bem como para o reconhecimento do direito ao acesso universal ao diagnóstico e tratamento, com metodologias avançadas disponíveis no SUS”, afirma o Secretário da Saúde, Edson Aparecido dos Santos.

Os participantes da Cami­nhada percorrerão as ruas da região central de São Paulo. A produção artística de Heitor Werneck terá ao longo do seu percurso diversas atividades e intervenções artísticas com a temática de HIV/AIDS, sendo um espaço aberto também para a comunidade participar das intervenções.

O evento foi inspirado nas AIDS Walks, caminhadas que acontecem nos Estados Unidos e são abraçadas não só pela comunidade LGBT, mas por toda a sociedade. Esta é a segunda edição da Caminhada, em 2017, foi aprovado pela Câmara Municipal um projeto de lei que a inseriu no calendário oficial de eventos de São Paulo.

 
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