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AAMJSP aborda problemas regionais em reunião com a presença de Andrea Matarazzo
 
Foto: AGZN
Reunião da Associação Amigos do Mirante do Jardim São Paulo
contou com a presença de aproximadamente 80 pessoas



Andrea Matarazzo falou sobre os problemas da cidade
de São Paulo e possíveis soluções 
A Associação Amigos do Mirante do Jardim São Paulo, presidida por Alba Medardoni, realizou sua reunião mensal no último dia 30/5 no salão do Santuário Nossa Senhora da Salette (Rua Dr. Zuquim, 1746). Como convidado, recebeu Andrea Matarazzo, que foi vereador pela cidade de São Paulo (2013-2017), Secretaria de Co­ordenação das Subprefeituras (2007-2009) durante a gestão de Gilberto Kassab, subprefeito da Sé (2005- 2007) entre outros cargos do poder público.

Além de Andrea Matarazzo, Alba convidou para compor a mesa diretora dos trabalhos dra. Joana D’Arc Figueira - a advogada e ativista social, Ushi­taro Kamia- o ex-vereador e advogado e Nelson Ferreira Filho - Conselho de Saúde da Zona Norte.

Entre as pautas previstas estava a visão de Andrea Matarazzo sobre os problemas atuais da cidade de São Paulo e sua intenção em concorrer à Prefeitura no próximo ano. Baseado em suas experiências como Subprefeito da Sé, Secretário Municipal da Coordenação das Subprefeitu­ras e Vereador, Matarazzo falou sobre a importância de ouvir os moradores antes de atuar numa região. “Qualquer movimento reflete na vida das pessoas”, afirmou.

Dentro dessa premissa, a reunião destacou, principalmente os mais recentes acontecimentos da Rua Porto Seguro, na região da Ponte Pequena. A polêmica começou em outubro do ano passado, quando circulou na imprensa a notícia de que um terreno municipal localizado nessa via, seria utilizado para abrigar serviços assistenciais que funcionam na área da Cracolândia, onde se concentra um grande número de pessoas com grave dependência química há anos, sem solução.

Diante dessa possibilidade e, principalmente do temor de que a região, consequentemente passaria a ter os mesmos problemas sociais e de segurança que acontecem no entorno da Cracolândia, moradores das proximidades da Ponte Pequena, empresários, comerciantes e representantes de entidades próximas ao local, se mobilizaram para rejeitar a proposta.

O tema foi debatido durante reunião da AAMJSP no final de outubro com a presença de aproximadamente 400 pes­soas. Na ocasião, o então secretário de Relações Sociais, Milton Flávio M. Lautenschläger, afirmou que nada seria feito sem que a população local fosse ouvida.

Posteriormente, uma comissão formada por representantes da Ponte Pequena, Zona Norte e Instituto Técnico Federal participou de reuniões no gabinete da prefeitura nas quais ficou acordado que o terreno da Rua Porto Seguro, não abrigaria os serviços voltados para os dependentes químicos e, que um projeto seria elaborado em conjunto com as prioridades apresentadas pelos moradores.

Porém, nas últimas semanas, a movimentação de caminhões no terreno sem nenhuma placa indicativa do que será construído no local, voltou a alertar a população. Sem respostas exatas, moradores da Ponte Pequena e da Zona Norte, buscam novos meios de mobilização no sentido de evitar a transferência dos serviços que funcionam na Cracolândia para essa região, e com eles apenas transferir a problemática social para o entorno da Rua Porto Seguro. 
 
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