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Protesto em frente à sede da Prefeitura reúne moradores da Ponte Pequena e da ZN 
 
Foto: Divulgação
Moradores querem saber o que será instalado em terreno municipal da Rua Porto Seguro


“O que será feito no terreno da Rua Porto Seguro?”. Em busca de um posicionamento oficial sobre as obras que, recentemente começaram em terreno municipal localizado na Ponte Pequena, moradores locais e representantes da ZN fizeram um protesto em frente à sede da Prefeitura de São Paulo na última terça-feira.

A questão envolvendo o terreno municipal localizado na Rua Porto Seguro, começou em outubro do ano passado, com notícias de que a Prefeitura transferiria para este local algumas tendas do serviço Atende, voltado a dependentes químicos que circulam na região da Cracolândia. O temor dos moradores e comerciantes do local, seria de que junto com esses serviços, o bairro passasse a ter todos os problemas de segurança recorrentes na região da Cracolândia, além de não trazer uma proposta que realmente ajude as pessoas com dependência química.

Desde então, um movimento envolvendo representantes da Ponte Pequena, entidades próximas e da Zona Norte se formou para rejeitar essa proposta e elaborar uma alternativa para a região. No final de outubro do ano passado, a reunião da Associação Amigos do Mirante do Jardim São Paulo destacou o assunto com a presença de cerca de 400 pessoas. Na ocasião, o então secretário municipal de Relações Sociais, Milton Flavio Lautenschläger afirmou que a comunidade seria ouvida pelo poder público.

Depois disso, outras reuniões promovidas na sede da Prefeitura com uma comissão de moradores e representantes locais, trataram o assunto e ficou acordado entre poder público e população que os serviços voltados para o atendimento de dependentes químicos da região da Cracolândia não seriam instalados na Rua Porto Seguro. Ao invés disso, em concordância com a comunidade, o local seria destinado a serviços que melhorariam as condições do bairro.

Foto: AGZN
Protesto realizado em frente à sede da Prefeitura


Porém, nas últimas semanas, moradores foram surpreendidos com movimentação de caminhões para a limpeza do terreno. Os trabalhos prosseguem mas ainda sem informações, amplamente divulgadas sobre o que será construído no local. Nem mesmo a placa obrigatória por lei com informações da obra foi instalada. “Fomos pegos de sobressalto. A Prefeitura ignorou todo nosso trabalho”, afirmou a advogada Joana D’Arc Figueira, moradora e ativista social da região.

Para exigir uma resposta, um grupo de moradores da Ponte Pequena e representantes da Zona Norte fizeram um protesto na tarde da terça-feira em frente ao prédio da Prefeitura no Viaduto do Chá. Inicialmente, o grupo foi informado que seria recebido pelo coordenador de Política sobre Drogas da Se­cretaria de Direitos Humanos e Cidadania, Décio Perroni Ri­beiro Filho. Após mais de 4 horas de espera, os manifestantes não foram recebidos.

Porém, novas manifestações estão sendo programadas, assim como a discussão do assunto e reunião pública a ser promovida pela Associação Amigos do Mirante do Jardim São Paulo. 
 
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