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Clarice
CLARICE, MINHA MENINA
- (Editora Novo Século), de Ivan Costa. Certamente a história da humanidade jamais seria a mesma se o espírito aventureiro do homem não estivesse presente em seu dia a dia. Colombo, Vasco da Gama, Marco Polo, entre tantos outros, até chegar aos dias atuais com Amyr Klink e a Família Schurmann. Todos esses conhecidos viajantes têm agora, como integrante dessa seleta galeria de aventureiros, o cidadão sergipano Ivan Costa que, entre abril e outubro de 2012, com Thiago Nuts, músico e amigo de longa data, percorreu cerca de 10 mil quilômetros por terras brasileiras em uma Kombi muito especial, batizada de Clarice, em homenagem a Clarice Lispector, toda “tatuada” com poemas e com um largo sorriso na lataria dianteira. Narrado em primeira pessoa, entre versos e prosa, Clarice, Minha Menina, registra os quase 10 mil quilômetros percorridos por serras e curvas perigosas, em cidades de todas as dimensões, desde as metrópoles como São Paulo e Salvador, até as diminutas, como Arembepe (BA) e Paraty (RJ), onde o autor se envolveu com pessoas de todas as idades, classes sociais e sotaques diferentes, além de ter conhecido pessoas legais e até ilegais. O poeta sergipano do asfalto conta a sua viagem em três capítulos, nomeados Saber, Dor e Ria, além de presentear o leitor com um apêndice com mais de 100 imagens de sua apaixonada viagem feita com o volante de uma Kombi nas mãos e muitos sonhos e ideias na cabeça.

Lá Detrás Daquela Serra
LÁ DETRÁS DAQUELA SERRA - (Editora Petrópolis), de Marco Haurélio. A obra leva o leitor adulto de volta à infância e é baseada em memórias do próprio autor. “Muitas estrofes eram cantadas por minha avó e as outras faziam parte da brincadeira de “jogar versos”, tão comum no sertão da minha infância e hoje quase desaparecida”, conta Haurélio. Para ele, as crianças das grandes cidades, a não ser por meio da escola, desconhecem as tradições populares. “As cantigas podem fazer parte do mundo moderno, mas devem ser transmitidas com naturalidade, facilitando o acesso das crianças ao rico acervo da literatura oral brasileira”, comenta. Marco Haurélio nasceu em Ponta da Serra, no sudeste baiano, cidade que inspirou o nome da obra. Lá vivia sua avó, uma exímia contadora de histórias e de cantigas. “A casa dela ficava ao lado da do meu pai e, no quintal, havia um umbuzeiro no qual eu subia para ler os folhetos de cordel que ela guardava na gaveta de um armário”, relembra o autor. Lá Detrás Daquela Serra é o tema que abre algumas quadras da obra, mas para Haurélio, também é uma região a ser buscada pela imaginação, que não precisa estar no planeta Terra, mas deve ser o espaço ideal. Para a produção do livro, Marco Haurélio colheu textos da tradição oral (contos, romances e cantigas). Tendo em mãos um farto material de poesia popular anônima, selecionou algumas quadras simples que pudessem ser lidas ou cantadas por adultos ou crianças. “A grande mensagem implícita no livro é que devemos viver o nosso tempo sem esquecer que a nossa nação é plural e, por isso, tão rica em termos de cultura. E que na simplicidade há ainda muita beleza a ser descoberta”, conclui o autor.

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