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Bairros periféricos concentram maior número de vítimas fatais da covid-19
 
Foto: AGZN
Brasilândia é um dos bairros com maior número de óbitos
por suspeita, ou confirmação de covid-19



O número de mortes por covid-19 aumentou, aceleradamente na última semana em todo o País. Até a última quinta-feira, o Brasil estava entre os seis países com maior número de óbitos provocadas pelo novo coronavírus, superando a marca de 126 mil infectados e 8.591 óbitos (de acordo com dados oficiais divulgados na última quinta-feira).

Nesse panorama, o Estado de São Paulo e Capital, conti­nuam como o epicentro da pandemia no território nacional, com um número superior a 39.900 casos e mais de 3 mil mortos. Esse quadro levou o governador João Doria a decretar luto oficial em todo o Estado, até que a pandemia chegue ao fim.

Com índice de isolamento abaixo do nível mínimo para adotar medidas de relaxamento da quarentena, o que poderia acontecer a partir do próximo dia 10, Doria voltou a afirmar que o Estado vai seguir as orientações da área da Saúde, para anunciar o retorno gradual das atividades, ou o endurecimento das medidas de restrição.

Na Grande São Paulo, o sistema público de saúde já se aproxima da saturação total, com 86,6% de ocupação nos leitos de UTI (dados da última quarta-feira). Considerando o levantamento municipal sobre a expansão do covid-19, a questão social fica evidente. Os bairros periféricos e carentes reúnem o maior número de óbitos.

Esse fator foi enfatizado pelo prefeito Bruno Covas em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes. “Semanalmente o número de mortos, tanto confirmados, quanto suspeitos, vocês veem que começa na zona central da cidade, mas vai aumentando muito na periferia, Brasilândia, Grajaú, Sa­popemba, Cidade Tira­dentes, mostrando o quanto isso está se disseminando na periferia. A gente conseguiu mostrar, também o quanto isso se concentra nas áreas em que temos favelas na cidade de São Paulo. Toda a atenção do poder público é, justamente para a população em maior situação de vulnerabilidade”, disse o prefeito.

De maneira geral, os 20 distritos da cidade que registraram entre 50 e 150 mortes por covid-19, entre casos confirmados, ou suspeitos, são caracterizados por grande concentração de moradias precárias, grande concentração de pessoas por m² e favelas. O bairro Brasilândia, na Zona Norte, infelizmente é apontado como o de maior número de óbitos por casos suspeitos, ou confirmados de covid-19, registrando 103 mortes de acordo com dados mais recentes da Prefeitura. Para este mês, é aguardada a abertura do Hospital Municipal da Brasilândia, que irá somar 150 leitos de UTI, para atender pacientes com covid-19, na Capital. A data exata ainda não foi anunciada pela Prefeitura de São Paulo. 
 
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