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Retomada das atividades segue gradualmente,
sem perspectiva de recuperação econômica
 
Foto: AGZN
Ruas comerciais têm movimento de pessoas mas,
aumento nas vendas ainda não é registrado

A retomada gradual das atividades segue no Estado de São Paulo, que a partir do próximo dia 1º de julho, autoriza a volta dos treinos dos times de futebol da Série A. Essa notícia foi anunciada durante a coletiva realizada na última quarta-feira (17), no Palácio dos Bandeirantes com a presença do governador João Doria e representantes das secretarias e órgãos, diretamente envolvidos no enfrentamento à pandemia da covid-19.

Na ocasião, o governador anunciou, ainda a mudança do anúncio da avaliação dos efeitos em todo Estado da aplicação do Plano São Paulo e, as possíveis mudanças de classificação das diferentes regiões que determina quais setores podem, ou não retomar, gradualmente as atividades. Além disso, a coletiva foi dedicada aos esclarecimentos sobre os mais recentes incidentes, envolvendo a Polícia Militar em episódios de violência.

Classificada na fase 2 laranja, a cidade de São Paulo já tem autorizados a retomada parcial das atividades das concessionárias, escritórios e estabelecimentos comerciais de rua e nos shoppings. Considerando os números na última quinta-feira (18), o Estado de SP registrava 192.636 casos da covid-19 confirmados, 11.846 óbitos. O índice de ocupação das UTIs no Estado é de 67% e na Grande São Paulo de 71,3%.

Nos centros comerciais da cidade, a movimentação é intensa, embora os índices de isolamento tenham mantido níveis parecidos dos registrados, antes da retomada das atividades, em torno de 47%. De acordo com dados da Associação Comercial de São Paulo, a reabertura das lojas ainda não refletiu em recuperação nas vendas. De acordo com o balanço da ACSP, a rede varejista da Capital registrou 69% nas vendas, considerando o mesmo período do ano passado. Nem mesmo o Dia dos Namorados aqueceu os resultados.

“O consumidor empobreceu. Profis­sio­nais liberais, empregados CLT e informais, perderam renda e estão consumindo suas reservas, ou se endividando. Com a reabertura, ou não do comércio, levará tempo até o consumidor recompor seu orçamento”, diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Desde o último dia 10, o comércio de rua na capital paulista teve seu funcionamento parcial liberado, podendo funcionar entre 11 e 15 horas. De acordo com Solimeo, não é possível definir uma tendência do varejo no momento. “A reação será gradual e tudo tem um começo. A reabertura já é um marco, mas até o último trimestre do ano, deveremos ter um ritmo fraco”. 
 
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