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Vila Nova Cachoeirinha comemora 87 anos com ação pela saúde
 
Foto: AGZN
Vila Nova Cachoeirinha comemora 87 anos com ação pela saúde,
no terminal de ônibus


Vila Nova Cachoeirinha, um dos mais conhecidos bairros da Zona Norte comemora na próxima quarta-feira, 87 anos de fundação. A data oficial para marcar o início da história do bairro, 5 de agosto de 1933, foi uma determinação da Câmara Municipal de São Paulo, embora o início da ocupação local, apresente registros bem anteriores.

Considerado como referência para bairros vizinhos em: comércio, transportes, equipa­mentos públicos, Vila Nova Cachoeirinha ocupa uma área de 13,40 km² e possui uma população superior a 146 mil habitantes, de acordo com dados do censo municipal de 2010. Esses números devem ser atualizados, a partir do censo de 2020, em fase de elaboração.

O Terminal de ônibus de Vila Nova Cachoeirinha é um dos principais da Zona Norte, facilitando o acesso para áreas centrais da cidade. Entre os demais equipamentos públi­cos situados no bairro, estão: o Cemitério Cachoeirinha (Ave­nida João Marcelino Bran­co s/nº); o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (Ave­nida Deputado Emílio Car­los, 3641); o Terminal de ônibus da Cachoeirinha na Aveni­da Inajar de Souza, 4.120; Hos­pi­tal Maternidade Vila Nova Ca­choeirinha, localizado na Ave­nida Deputado Emilio Car­los, 3.000 e a Fábrica de Cultura de Vila Nova Cachoeirinha, na Rua Franklin do Amaral, 1.575.

Aliada ao seu intenso centro comercial, estabelecido no entorno do Largo do Japonês, o bairro tem uma ampla estrutura para o atendimento de sua população. Outra característica forte do bairro é sua intensa participação popular, através das entidades e associações representativas que ao longo do tempo, conseguiram muitos benefícios para a região.

Neste ano, diante da pandemia da covid-19, o aniversário do bairro será comemorado com uma Campanha de Vacinação, contra Gripe e Sarampo e distribuição de máscaras faciais, no Terminal Cachoeirinha a ser realizada no próximo sábado (8/8), das 9h30 às 12 horas. A ação tem apoiadores: Prefeitura de São Paulo, Polícia Militar do Estado de São Paulo, Centro de Apoio à Mulher e Depósito Watanabe.

A data de 5 de agosto de 1933, marco inicial do bairro Vila Nova Cachoeirinha foi um decreto da Câmara Municipal de São Paulo porém, registros históricos apontam que as primeiras ocupações da região são bem anteriores. Conhecida como Sítio Cabuci, a região foi uma das áreas percorridas no início do século 17, por tropas bandeirantes que estavam em busca de ouro e índios para escravizar. Nessa época, consta que havia uma cachoeira no local onde está o Hospital e Maternidade Vila Nova Cachoeirinha, daí a origem do nome dado ao bairro. Não há vestígios dessa cachoeira que foi aterrada para a construção da Avenida Inajar de Souza.

Foto: AGZN
Largo do Japonês é a principal referência do bairro
e importante ponto histórico



O casal de imigrantes japoneses Gunzaburo Omae e Katsuyo Otiai, foram alguns dos primeiros proprietários de terra do local. Eles montaram uma loja de material de construção onde, atualmente está o Largo do Japonês. Essa denominação ao local foi oficializada em agosto de 2006, a partir da Lei Municipal 14.191.

O loteamento da região começou no início do século 19, com a venda de terrenos pela imobiliária Rudge. Porém, o crescimento e transformação do bairro se intensificou, a partir da década de 40, com o desenvolvimento dos transportes, estruturas viárias e serviços básicos, como iluminação.

Fazem parte do distrito de Cachoeirinha bairros como: Cam­po da Água Rasa, Jardim Cam­panário, Jardim Flamingo, Jar­dim Nossa Senhora Conso­lata, Jardim Peri, Jardim Santa Cruz, Sítio Casa Verde, Vila Amélia, Vila Anália, Vila Bela Vista, Vila Cachoeirinha, Vila Continental, Vila Dionísia, Vila dos Andradas, Vila Nova Ca­choeirinha, Vila Roque, Vista Alegre.

Uma grande expectativa para região, atualmente é a construção da Linha 6-La­ran­ja do Metrô, que ligará a Brasilândia à estação São Joa­quim (Linha 1-Azul) e atende­rá bairros como Vila Nova Ca­choeirinha. A construção da linha começou em 2012, e as obras estão paralisadas desde 2016, devido a irregularidades com o consórcio de empresas para a construção da obra.

Depois de algumas tentativas, o Governo do Estado anunciou no início deste mês, a previsão de retomada das obras em 90 dias. A empresa espanhola Acciona, firmou contrato com o consórcio Move SP e adquiriu os direitos do consórcio na parceria público privada. Com 15km de extensão, a Linha 6-Laranja irá ligar a região de Brasilândia à São Joaquim, possibilitando conexões com as linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô e com a Linha 7-Rubi, 8- Diamante da CPTM, transportando cerca de 600 mil passageiros por dia. A conclusão da obra está prevista para dentro de 4 anos, após sua retomada. 
 
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