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Inspiradas em histórias de pacientes com Câncer de Mama,
esculturas marcam intervenção urbana em oito cidades
 
Foto: Divulgação
Inspiradas nas histórias de 25 pacientes com Câncer de Mama, esculturas
marcam intervenção urbana em
oito cidades.
Cidade de São Paulo
recebe 13 das 25 obras


Em 2010 quando a odontopediatra Louise Liu Rigo Vargas de Oliveira recebeu o diagnóstico de Câncer de Mama não imaginava que 10 anos depois ainda estaria com a doença. Sua história de uma década de superação, e a de outras pacientes, serão compartilhadas na exposição Inspiração Pink, que ao lado do projeto Artemisa, ambos executados via Lei de Incentivo à Cultura, levam a oito cidades do país 25 esculturas de torsos que representam mulheres e um homem em tratamento. A exposição faz parte da programação do Coletivo Pink, iniciativa da Pfizer em parceria com as principais associações de pacientes no país. Tem como objetivo levar informação de qualidade sobre Câncer de Mama para a sociedade, romper paradigmas e acolher pacientes que vivem com metástase.

Com 1,70 m de altura, as esculturas se destacarão nas ruas, em estações de trem e metrô das cidades de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Por­to Alegre, Recife, Belém e Bra­sília, onde serão instaladas e ficarão expostas no mês de outubro. As intervenções artísticas nos torsos foram criadas por 15 artistas plásticos que se inspiraram em cada paciente, de acordo com suas particularidades e histórias. São elas: Nina Pandolfo, Rizza, Ju Violeta, Patrícia Carparelli, Clara Leff, Minhau, Stella Nanni, Lino­ca, Pri Barbosa, Rafa Mon, Stefany Lima, Leticia Maia, Erika Chichkanoff, Associação Laramara, coletivo de artistas com deficiência visual, e Didu Losso, curador da exposição, ao lado de Camila Alves, que também assina a mostra.

Uma das esculturas, por exemplo, utilizou borboletas, pois simbolizam o processo de transformação que a paciente vivencia. Em outra, a paciente se reconhece como um girassol, sua flor favorita, a flor do sol, que simboliza energia e vitalidade. Já no caso do paciente Paracelso Alves Vieira Júnior, a escultura ganhou tons “palmeirenses” em razão de sua predileção pelo time paulista. Para conhecer a história de cada paciente, basta que o celular seja direcionado para o QR Code disposto nas esculturas, ou acessar o site www.coletivopink.com.br

Quem estiver observando qualquer um dos 25 torsos poderá visualizar as outras esculturas no mesmo momento, bastando direcionar seu celular para o QR Code que o levará à exposição virtual completa.

Especial São Paulo

A cidade de São Paulo recebe treze das obras e estarão distribuídas nos seguintes locais:

•Praça da Casa das Rosas;
•Avenida Paulista, em frente ao Shopping Cidade SP;
•Dentro da estação de Metrô Clínicas;
•Dentro da estação de Metrô Liberdade;
•Passarela Metrô - Shopping Tatuapé;
•Dentro da Estação Taman­duateí CPTM;
•Dentro da Estação Grajaú CPTM;
•Avenida Ibirapuera, 2324 (em frente Ed. Torres do Ibirapuera);
•Avenida Brig. Luís Antônio, 4.700 (em frente ao Hotel Unique);
•Dentro da Estação Barra Funda CPTM.

De acordo com o INCA, o estigma social do Câncer é um assunto que precisa ser mais discutido no contexto nacional, porque afeta pacientes, familiares e amigos e pode dificultar o enfrentamento da doença.

 
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