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Locação comercial em SP já retorna ao patamar de pré-pandemia
 
Foto: AGZN
Levantamento aponta retomada dos negócios em ‘V’,
com movimentação do setor em razão de novas
necessidades de empresas e empreendedores;
salas e conjuntos comerciais lideram novos contratos




O setor de locação de imóveis comerciais na cidade de São Paulo cresceu 185% no terceiro trimestre deste ano em relação ao segundo trimestre, período mais crítico da pandemia de Covid-19, segundo levantamento da imobiliária Lello. E, agora já está retomando ao patamar de transações observadas na pré-pandemia.

“Sem dúvida alguma, a locação comercial foi uma das mais afetadas com o fechamento do comércio, principalmente nos meses de abril, maio e junho”, afirma a diretora de Locação da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.

No entanto, ela observa que, já no início do terceiro trimestre, a imobiliária começou a registrar índices iguais aos praticados nos três primeiros meses de 2020. “É a chamada retomada em ‘V’, na qual o mercado de imóveis comerciais voltou a se movimentar pelo surgimento de novas necessidades de empresas e empreendedores”, diz Roseli.

A diretora da Lello diz que, de um lado, houve popularização do home-office, com a tendência de busca por espaços menores e mais baratos ou troca de localização das empresas, pelo mesmo motivo. Por outro lado, há os profissionais liberais, tais como: médicos, dentistas e clínicas de estética e beleza, que vão sempre precisar de um local de atendimento presencial, mas dentro de um novo orçamento, uma nova realidade trazida pela pandemia.

“O mercado de locação comercial retomou a sua movimentação devido às novas necessidades que surgiram pós-pandemia. São empresas e profissionais que estão em busca de novos espaços para acomodação dos seus negócios para o novo normal”, avalia Roseli.

Conforme o levantamento, salas e conjuntos comerciais responderam por 29% dos novos contratos de aluguel desta natureza firmados no terceiro trimestre de 2020, seguidas pelas casas comerciais, que representaram 23% das transações, e dos salões, que responderam por 22% do total.

Já as lojas representaram 14% das novas locações comerciais no terceiro trimestre, enquanto os galpões representaram 5%, terrenos, 4%, e prédios comerciais 3%. “Acreditamos que a fase mais crítica já passou e, com a Fase Verde do Plano São Paulo decretada pelo Governo do Estado, a tendência é de crescimento no setor de aluguéis comerciais, especialmente para o próximo ano”, diz a diretora da Lello. 
 
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