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Janeiro Branco: Janeiro é dedicado à conscientização da Saúde Mental
 
Foto: Divulgação
O mês de janeiro é dedicado a Saúde Mental, cada vez mais reconhecida como uma prioridade global de saúde e desenvolvimento econômico. Para chamar a atenção sobre o tema e reforçar a importância dos cuidados, em especial no contexto vivido em decorrência da pandemia do novo Coronavírus, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), destaca informações relevantes.

De acordo com estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o Brasil é o País mais ansioso do mundo (9,3%) e, o segundo maior das Américas em depressão (5,8%). A Saúde Mental representa mais de 1/3 da incapacidade total no mundo, com transtornos depressivos e ansiosos como maiores causas - os quais respondem, respectivamente, pela 5ª e 6ª causas de anos de vida vividos com incapacidade no Brasil. Ainda segundo a OPAS, entre 35% e 50% das pessoas com transtornos mentais em países de alta renda não recebem tratamento adequado e, nos países de baixa e média renda, o percentual é ainda maior, ficando entre 76% e 85%.  

Por que Janeiro Branco? 

A campanha foi criada em 2014 por um grupo de psicólogos de Uberlândia (MG), em alusão às tradicionais comemorações das festas de fim de ano, quando as pessoas costumam realizar balanços das ações individuais e planejar, para o próximo ciclo de 12 meses, novas resoluções e metas. De acordo com os idealizadores, de maneira simbólica, o primeiro mês do ano é reservado como uma “página em branco” para que novas práticas sejam reescritas, objetivando o bem estar da Saúde Mental.

Quando se fala em Saúde Mental, muitos relacionam à ausência de doenças, como ansiedade e depressão, por exemplo. Entretanto, a OMS conceitua saúde como um completo estado de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças ou demais enfermidades. Saiba mais sobre a campanha e acompanhe as redes sociais da ANS.

Cuidados e recomendações 

A Fiocruz lançou uma série de cartilhas com recomendações para o enfrentamento dos desafios à Saúde Mental e atenção psicossocial no contexto da pandemia. Nas publicações, destinadas a grupos específicos como: trabalhadores dos serviços de saúde, gestores, psicólogos hospitalares, crianças, cuidadores de idosos, são descritas, por exemplo, reações comportamentais mais frequentes, danos psicológicos oriundos do confinamento e apresentam dicas sobre o uso de medicamentos e consumo excessivo de informações. Confira aqui algumas recomendações:

•Reconheça e acolha seus receios e medos, procurando pes­soas de confiança para conversar;
•Retome estratégias e ferramentas de cuidado que tenha usado em momentos de crise ou sofrimento e ações que trouxeram sensação de maior estabilidade emocional;
•Invista em exercícios e ações que auxiliem na redução do nível de estresse agudo (meditação, leitura, exercícios de respiração, habilidades manuais);
•Se você estiver trabalhando durante a epidemia, fique atento a suas necessidades básicas, garantindo pausas sistemáticas durante o trabalho (se possível em um local calmo e relaxante) e entre os turnos;
•Invista e estimule ações compartilhadas de cuidado, evocando a sensação de pertencimento social (como as ações solidárias e de cuidado familiar e comunitário);
•Mantenha ativa a rede socioafetiva, estabelecendo contato, mesmo que virtual, com familiares, amigos e colegas;
•Evite o uso do cigarro, álcool ou outras drogas para lidar com as emoções;
•Busque um profissional de Saúde quando as estratégias utilizadas não estiverem sendo suficientes para sua estabilização emocional;
• Busque fontes confiáveis de informação e reduza o tempo que passa assistindo ou ouvindo coberturas midiáticas.

 
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