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Psoríase: dúvidas e tratamentos sobre a doença
 
Foto: Divulgação
Psoríase é uma doença crônica com tratamento
disponível pelo SUS



A Psoríase é um problema global sério e atinge no mínimo 100 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, a Sociedade Bra­sileira de Dermatologia (SBD) calcula que até 2% da população possa ter a doença. De caráter crônico e inflamatório é caracterizada por lesões avermelhadas e descamativas, normalmente em placas, que aparecem, em geral, no couro cabeludo, cotovelos e joelhos, segundo a dermatologista, dra. Clessya Rocha.

Além disso, algumas atitudes podem contribuir para o aparecimento ou agravar a doença. “Nós temos alguns gatilhos desencadeadores como: tabagismo, álcool e o estresse que também estão associados ao fator de piora”, garante a especialista. A patologia se desenvolve a partir de uma reação imunológica exagerada, que leva à proliferação de células que aceleram o processo de troca da pele.

“Na epiderme há a troca da pele a cada 25, 28 dias. Nas lesões da Psoríase há uma produção acelerada da epiderme, onde a pele é trocada a cada 5 ou 8 dias. Isso vai gerar uma placa eritematosa (tipo de vermelhidão) e descamativa”, explica a dra. Rocha. Geralmen­te, aparece em indivíduos antes dos 30 e após os 50 anos, e em 15% da população pode apa­recer ainda na infância. 

Sem cura, a patologia tem tratamento, que pode ser encontrado gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). O tratamento da Psoríase é baseado no controle dos sintomas e o SUS oferece terapia gratuita para casos da doença de forma leve, moderada e até grave. Os procedimentos são detalhados em um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase, aprovado pelo Mi­nistério da Saúde desde setembro de 2019.

De olho na qualidade de vida!

Sobre o tratamento, a der­matologista pontuou que, quando falamos sobre a Psoríase, não se foca somente em tratar as lesões com cremes, luzes e pomadas, mas o paciente como um todo.

“Precisamos orientar o nosso paciente a ter um estilo de vida mais saudável. Isso significa que ele deve cuidar do sono para que ele tenha uma boa qualidade de vida e da alimentação, pois é necessário informá-lo que evite os alimentos inflamatórios (que contém glúten e alguns alimentos como: tomate, batata, pimentão e berinjela) e pedir para que invista numa dieta anti-inflamatória com: vegetais, verduras, alimentos cozidos, por exemplo, de acordo com um nutricionista”, alerta a profissional.

Além disso, a médica pontuou que cuidar do emocional é importante, pois o estresse é um fator que desencadeia as lesões. E como não é uma tarefa fácil, às vezes a ajuda de uma terapia pode ser necessária, caso o paciente ache importante.

 
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