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Tabagismo mata mais de 8 milhões de pessoas pelo mundo, segundo OMS
 
Foto: Divulgação
Tabagismo prejudica fumantes e não-fumantes

O cigarro é um fator de risco importante para o aparecimento de diversas doenças crônicas não-transmissíveis, por isso é considerado o responsável por mais de 8 milhões de mortes no mundo, de acordo com o levantamento da Organização Mun­dial de Saúde (OMS). O fumo influencia a maioria dos cânceres e grande parte das doenças pulmonares, como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e enfisema pulmonar.

Conforme a dra. Luciana Defendi Navarrete, médi­ca de Saúde da Família responsável pelo Grupo de Ta­ba­gismo da UBS Jardim São Bento, gerenciada pelo CEJAM - Centro de Estu­dos e Pesquisas Dr. João Amo­rim, o vício, que na maioria das vezes é incentivado por amigos, está relacionado ainda ao desenvolvimento de aproximadamente 50 patologias.

“Fumar diminui consideravelmente a expectativa de vida de uma pessoa, uma vez que o cigarro possui substâncias que reduzem a quantidade de captação de oxigênio no organismo”, afirma. Segundo a especialista, o tabaco também afeta pessoas não-fumantes que convivem com quem fuma. “O fumante passivo está exposto aos componentes tóxicos e cancerígenos presentes na fumaça ambiental do tabaco, que contêm, praticamente a mesma composição da tragada pelo fumante. São cerca de 4 mil compostos, dos quais mais de 200 são tóxicos e cerca de 40 são cancerígenos”, reitera a médica.

Como deixar de fumar?

Quem quiser abandonar o vício pode encontrar apoio especializado e gratuito. O Programa Nacional de Cessação ao Tabaco, instituído pelo Ministério da Saúde em 2013, foi inserido na Atenção Básica, tornando as UBS responsáveis por assistir os pacientes tabagistas. “O primeiro e mais importante passo é ter o desejo e já estar planejando parar. Depois, é importante que o fumante agende uma consulta com o médico da família de sua região, para realizar os exames prévios que avaliarão se ele está apto a participar do grupo”, afirma dra. Luciana.

 
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